Doom Lost Wad

Olá, meu nome é Arthur Harrison. Eu SEMPRE fui um fã das séries de Doom. Todos os jogos de doom. Parei de jogar por um bom tempo, pois o meu computador era tão ruim que não deixava, e meu pai ficava enrolando pra comprar um novo. Até que meu pai finalmente comprou um PC novinho no meu aniversário. Fiquei muito animado, e a primeira coisa que eu fiz foi baixar todos os jogos de Doom. Estava revivendo a minha infância, era maravilhoso.
Quando zerei todos os jogos, eu fui pesquisar alguns WADS para eu jogar. WADS são uma espécie de modificações para Doom, e alguns são MUITO avançados. Joguei vários wads, e ficava encantado com a beleza de alguns, e ria de alguns wads ruins e amadores. Eu baixava wads desconhecidos, que ninguém havia jogado ainda, pois alguns eram bons mesmo sendo desconhecidos. Mas um dia, eu me deparei com um wad para Doom 2 com o nome “7869”. Só isso.
Provavelmente o cara teve preguiça de nomear o wad. Bom, eu baixei. Não foi uma boa ideia. No começo eu achei que era um Jokewad, pois quando eu o abri, a primeira coisa que apareceu foi a imagem de um demônio, junto com um grito estridente que quase estourou meus tímpanos.
Porra, eu pulei da cadeira. Fiquei com vontade de socar o monitor. Eu cliquei “play game”, e a única dificuldade disponível era “unforgivable” Achei que fosse dar susto de novo, mas estava errado. Eu comecei no primeiro mapa do Doom I, só que sem monstros. Sem munição, sem nada. Eu só tinha uma bala de pistola. A única diferença, é que tinham umas texturas novas, que eram horríveis, por sinal. Fui passando por todo o nível, muito entediado.
Quando cheguei no final do nível, já pensando em sair do jogo, me deparei com um Cyberdemon. Eu atirei nele, mas esqueci que tinha só uma bala. Então ele me matou... Quando cliquei Enter para reiniciar o nível, começaram a aparecer imagens estranhas, e com a música do primeiro nível de Doom invertida e muito aguda. Não conseguia dar pause. Eram imagens de cachorros mortos e de vários pênis.
Mas o que diabos era aquilo? Não conseguia sair do jogo. Quando as imagens pararam de rolar, a música e o som pararam completamente, e eu fui parar no segundo nível de Doom II. Sem mostros, de novo. Estava só com uma shotgun com 40 tiros. Quando fui ao final do riozinho, entrei naquela construção e peguei a chave vermelha, fui parar em uma sala, e com um outro Doomguy meu na minha frente. Um som muito baixo podia ser ouvido. Quando ele atirava em mim, ele perdia vida, e quando atirava nele, eu perdia vida. Nós éramos os mesmos.
Então, quando nós dois morremos, a imagem foi ficando ruim e desaparecendo, e logo em seguida apareceu a mensagem "Então você aguentou até aqui?" e então a música do primeiro nível começou muito alta, e o som que antes era baixo, ficou muito alto. Apareci em um lugar circular, completamente escuro, e com um botão no centro. Quando apertei, apareceu uma imagem de um homem morto, com a cabeça e a barriga abertas, e a mensagem "VOCÊ ESTÁ MORTO", junto com sons muito altos de falas ao contrário, músicas distorcidas e gritos, muitos gritos. Desliguei o computador na hora.
Excluí o wad e fui procurar o site que eu achei ele. Enviei um e-mail ao cara que postou o wad lá, xingando ele com todos os palavrões que existem. Mas então ele me respondeu, dizendo para me acalmar. Ele disse que não era ele o criador, e sim um jovem de mais ou menos uns 15 anos que ele conhecia. Perguntei a ele quem era esse tal jovem. Ele revelou que o nome dele era Daniel.
Ele era completamente problemático. Causava muitos problemas na cidadezinha em que morava.Foi expulso de umas seis escolas e já havia batido em professores. Ele era viciado no jogo Doom, e fazia milhares de wads sem sentido. Outra coisa que ele amava fazer era filmar coisas sem sentido com a sua câmera. Perguntei a ele o que aconteceu com Daniel...
Ele disse que Daniel estava ficando cada dia pior. Um dia ele matou um homem, e os pais não tiveram outra escolha, e o internaram em um manicômio. E lá ele se enforcou. O pior é que ele fez um vídeo juntando várias das coisas que ele havia filmado, junto com o vídeo que ele filmou do assassinato e imagens de Doom. Depois disso, a cidadezinha ficou praticamente um deserto, todo mundo fugiu de lá.
Ele disse que estava surpreso por eu não saber disso, pois os wads bizarros dele vazaram na comunidade privada de Doom há um tempo. Inclusive, o vídeo que ele fez. Ele me enviou o vídeo, e disse que ele era bem nojento, doentio e causa uma sentimento muito desconfortável, como uma depressão muito grande. O pior é que o vídeo havia sido editado um dia depois que Daniel havia morrido! Eu assisti, e me arrependi muito mesmo. Sinceramente, não sei porque abri o vídeo, mesmo depois do aviso.
Primeiro, aparecia um monte de imagens sem sentido, junto com a música de Doom tocando ao contrário, por 5 minutos. Realmente, me senti muito deprimido vendo aquilo, por alguma razão. E o vídeo não tinha botão de pause, e você não podia avançar ou voltar ele. Depois de muitas imagens sem sentido, como a de um homem batendo a cabeça em um livro, aparece Daniel filmando ele andando em um matagal, e parece que tem alguém no chão. É um homem, implorando por sua vida. De repente começaram a aparecer mais coisas sem sentido ao decorrer do vídeo. Imagens do jogo Doom aparecem brevemente na tela. A tela fica preta por 10 segundos, e tenho certeza de que vi alguma coisa escondida na tela preta. Não sei o que era, acho que era um rosto. Daniel começa a cortar a barriga do homem com um facão. Ele começa a tirar o intestino dele, e imediatamente comer eles.
Então começaram a aparecer imagens de cachorros e animais mortos, misturadas com imagens de demônios e de Doom. A cena a seguir era horrível. Ele começava a abrir a cabeça do homem, e comer o cérebro dele. Rapidamente aparece a foto de um garoto. Acho que era uma foto dele, de Daniel. Então a música de Doom começou a tocar muito distorcida.
As imagens sem sentido começaram a aparecer em um loop infinito, e a filmagem do homem batendo a cabeça em um livro se repetiu pelo vídeo várias vezes. Barulhos muito agudos tomavam conta do vídeo, junto com imagens horríveis e sangrentas. No final, a tela começa a ficar branca e o vídeo fica assim por 10 segundos. Então aparece uma foto de Daniel sorrindo por um 1 segundo, e o vídeo acaba. Realmente me senti muito deprimido assistindo ao vídeo. Uma depressão muito profunda do qual não consigo descrever.
Tentei esquecer isso, mas aquelas imagens ficaram na minha cabeça por um longo mês. Lentamente eu consegui esquecer, mas ainda tinha alguns pesadelos. Até que alguns dias atrás, um amigo meu veio na minha casa, e ficou bisbilhotando meu PC enquanto eu via TV na sala.
Ele acabou achando o vídeo, que eu não conseguia excluir(e que tinha estragado meu PC novinho). Ele veio correndo pra mim, e perguntou o que diabos era aquilo... Eu disse que era um vídeo que eu havia baixado por engano e não conseguia mais excluir(não achei que ele iria acreditar na verdade). Então, sem eu ver, o maldito acabou enviando para os seus contatos de e-mail.
Eu não sabia que ele tinha feito isso, até que alguém me enviou de volta. Agora minha vizinhança inteira sabe, o maldito vídeo se espalhou, e daqui a pouco vai estar na internet inteira. Não conseguia mais parar de pensar naquele vídeo. Tinha muitos pesadelos, qualquer vulto me deixava muito assustado. Estava com medo de que algo ruim acontecesse.
Nesses dias, recebi pelo correio uma caixa junto com uma pequena nota, e quando abri, eu quase vomitei... Havia um cachorro morto dentro. Na nota, estava escrito algo que até agora está me dando calafrios:
"Você não devia ter mostrado o vídeo pra NINGUÉM. Isso é só um pequeno aviso.
Ass. Daniel Murray Tompson."


Via: Nerd Maldito

Teletubbies e o Universo do Meio

Você em algum momento da sua vida já deve ter assistido os Teletubbies, certo? Para quem não conhece, os Teletubbies foi uma série americana criada pela BBC com parceria com a RagDoll e tinha o propósito de entreter o público infantil.
Passou no Brasil na TV Globo de 1999 até meados de 2000. Entretanto para alguns, Teletubbies tinha um aspecto meio que sinistro, algo um pouco estranho para a época, alguns diziam que os Teletubbies seriam ratazanas gordas com antenas que se comportavam de forma idiota o tempo todo em uma colina verde, mas será que isso era realmente verdade?

Todas as idéias bizarras assistidas nos 365 episódios saíram da cabeça de um único homem: Andrew Davenport, e é nesse ponto que a história começa a ficar interessante. Davenport é o diretor criativo da Ragdoll e um campeão de audiência nos programas que levam sua autoria. Ingressou nesse ramo após concluir seu curso na Universidade de Londres. O sucesso e a fama de Andrew sempre foram destaque da imprensa da sua cidade natal, Folkestone, assim como o seu lado negro, um lado tão obscuro que Davenport nega veementemente, talvez porque queira esquecer.

Durante sua infância, Andrew teve problemas na escola, sendo obrigado à estudar em um colégio que era um tipo de escola militar nas proximidades de Folkestone que tinha a má fama de “maltratar” seus alunos. Nesse período, Davenport compulsoriamente se submeteu ao rigoroso Plano de Disciplina do colégio. Dentre os eventos desse plano estava passar um final de semana em uma base militar onde é a atual RAF Menwith Hill Station, em Harrogate.

Depois dessa viagem Andrew voltou transtornado. Aquele menino sempre “elétrico” virou uma criança séria, sem expressões. Sempre triste pelos cantos, o jovem nunca tocou no assunto abertamente. Chegou a frequentar um psiquiatra para se livrar do trauma mas não obteve sucesso. Com o tempo o impacto dos acontecimentos da viagem diminuíram até se anularem nas profundezas da alma de Andrew. E ficou lá, escondido, até o dia em que Davenport decidiu colocar as idéias no papel: era o programa do Teletubbies.

Agora, o já adulto Andrew apresentava aos executivos da BBC, o projeto para esse programa infantil: tudo muito bom, muito simples... ou pelo menos era o que parecia ser. Em um certo dia, Davenport foi à uma festa com toda a equipe do programa. O diretor exagerou um pouco na bebida e terminou em um estado deplorável. No meio da choradeira, Andrew começou a confessar aos presentes sobre um tal “Operação Mider”. Segundo suas palavras, durante a viagem feita com o colégio militar aos seus 13 anos de idade, Andrew e seus colegas terminaram submetidos à um experimento de uma Operação chamada pelos militares de Mider. Todos foram postos em uma cúpula que parecia feita de um plástico líquido e permaneceram ali enquanto uma luz fortíssima tomava toda a esfera. Andrew revela que desmaiou, acordando em um lugar totalmente bizarro.

Nesse lugar, nada parecia fazer muito sentido, as leis da Física não eram respeitadas e as criaturas que habitavam o local não tinham nada a ver com qualquer animal que habitava o nosso planeta. Eram seres parecidos com grandes ratos humanoídes, com cerca de 2 metros de altura, vestindo uma roupa metálicas e com antenas em cima das cabeça. Na região do abdomen desses seres havia uma display que demonstrava tudo aquilo que eles pensavam e até mesmo o que Andrew pensava. Todos se comportavam de maneira boba, emitindo algo parecido com risadas o tempo todo. Pareciam crianças. Andrew e mais três de seus colegas permaneceram nesse local, segundo sua perspectiva, por longos meses.

Se comunicavam com as criaturas por pensamento e elas materializavam tudo aquilo que eles desejavam, quase sempre com um sorriso no rosto. Certo dia, no meio desse ambiente incomum, Andrew e seus colegas encontraram um pilar, uma pedra em forma cilindrica, que emitia uma luz intensa. Curioso, um dos colegas de Andrew terminou por tocar nesse cilindro e desapareceu. Os outros ficaram temerosos e saíram dali correndo. O pobre rapaz voltou ao seu lar, um globo com janelas tortas que flutuava, aonde as criaturas viviam.

Porém, conta o próprio que certo dia o pilar cilíndrico apareceu ao lado da sua janela. Andrew temia tocá-lo mas uma das criaturas transmitiu um sentimento positivo fazendo com que Andrew criasse coragem. E ele tocou e acordou dentro da esfera da base militar no momento exato em que aparentemente teria desaparecido. Davenport disse à sua equipe que aquilo tinha sido real demais para ser uma ilusão. Os seus outros colegas do experimento também tiveram a mesma visão de Davenport. Do total de 12 crianças, apenas ele e mais três colegas foram parar naquele lugar, os demais foram cada um para um lugar diferente. Andrew ainda concluiu dizendo que os responsavéis falaram que haviam obtido sucesso no acesso do “Universo do Meio”.

No dia seguinte, Andrew negou tudo que falou para equipe. Disse que era um pensamento bobo, para não acreditarem em nada e se calou por meses. Não se ouviu mais Andrew, senão quando tinha que dar uma ordem.

A história era estranha demais para ser mentira. Anos depois, estudiosos da Teoria das Cordas revelaram que poderia existir entre dois universos paralelos um lugar em que as leis da Física que conhecemos não se aplicariam. Acreditam eles que era um espaço vazio, sem vida, o vácuo. Mas talvez eles estejam errados, talvez exista algo, existam os “Universos do Meio” e talvez Andrew tenha sido um dos primeiros humanos a visitá-lo.

Será que é realmente real? Existe a possibilidade dessas criaturas nos visitarem o tempo todo?



Via: Creepypasta Brasil Wikia


Super Mario 64

Eu sempre gostei de Super Mario 64 quando eu era criança. Lembro-me de jogar isso na casa da minha tia o tempo todo. Bem, um dia, um pop-up apareceu do nada, quando estava assistindo a cenas de jogo no Youtube. Fiquei um pouco assustado, e estava prestes a fechar a janela, até que percebi que era um site mostrando uma cópia perfeita em condição, de Super Mario 64 para venda. Havia uma foto e tudo. Eu geralmente não confio nessas coisas, mas o sentimento de nostalgia me dominou, e eu queria comprá-lo.

A coisa toda era peculiar, vendo como o dono do jogo queria que o comprador enviasse um envelope contendo R$ 20 ao endereço no site, ao invés de usar algo parecido com o PayPal. O que tornou as coisas ainda mais estranhas foi que quando eu tentei acessar o site (eu escrevi o URL) depois de encontrar "problemas" com o jogo, a página estava longe de ser encontrada.
Poucos dias após os R$ 20 terem sido enviados, eu recebo um pacote contendo a nova cópia do jogo. A primeira coisa que notei quando abri a caixa pequena era que a “vinheta oficial” com Mario voando no ar aparentemente foi arrancada ou coisa assim. Em seu lugar havia um pedaço de fita adesiva com “Mario” grosseiramente escrita em marcador permanente. Eu me senti um pouco mal com isso, mas enquanto o jogo funcionasse, eu não me importei.

Montei o meu Nintendo 64 e coloquei o cartucho. A tela ligada com a cara familiar de Mario que você pode esticar e torcer o quanto quiser. Lembrei-me de rir o tempo todo com os resultados quando garoto e decidi mexer em nome dos velhos tempos. Mudei o cursor sobre a orelha de Mário e puxei-a para proporções élficas. Eu ia fazer o mesmo na outra orelha, quando de repente a TV produziu ruídos provocados pela estática. A cabeça inteira de Mario começou a ficar deformada e torcer de uma forma que eu nem sabia que era possível para o modelo. Efeitos de som aleatório do jogo começaram a tocar junto com a estática. Enquanto tudo isso ocorria, eu podia ouvir uma voz fraca sussurrando em japonês. A voz era gaga e choramingando.
Eu imediatamente desliguei do jogo e tentei novamente. Eu não me incomodei com a cabeça de Mario neste momento. Bastou selecionar um novo arquivo e comecei a jogar.

Quando selecionado o arquivo, o jogo pulou o monólogo de abertura da Peach e do pátio exterior. Mario acabou de ser colocado à direita dentro do castelo. Mais assustador ainda, Bowser não disse nada. Eu tentei ignorar e jogar de qualquer jeito. No entanto, eu também notei que não tinha música. Apenas um silêncio de morte. Não tinha nem Toads ao redor para conversar. A única porta que eu poderia entrar era o Bob-omb Battlefield. As outras portas nem sequer responderam aos meus comandos.
O retrato de Bob-omb Battlefield não era a imagem habitual. Era apenas uma tela totalmente branca. Eu ainda estava tentando me convencer de que estes eram apenas problemas menores, e que não teria influência no jogo ao todo. Uma vez que entrei no retrato, a imagem foi de repente de uma tela em branco à pintura de Lethal Lava Land. Você sabe, aquela imagem um pouco inquietante da chama com o sorriso do mal? Sim, isso é quando eu comecei a ficar muito desconfiado.


Coelhos

Em 1998, uma das mais perturbadoras descobertas do século 20 foi feita em uma pequena cidade no estado do Alabama. Durante aquele verão, alguns residentes da cidade de Roebuck alertaram as autoridades sobre a presença de um trailer enferrujado e decadente localizado nos limites da cidade, apenas alguns metros de uma pequena área residencial.

Ocasionalmente, gritos abafados e gemidos podiam ser ouvidos, vindos do aparentemente abandonado trailer e sempre nos finais de tarde, levando os residentes a confundirem com o som de crianças brincando; até que um dia, uma senhora percebeu a estranheza dos sons e resolveu chamar a polícia.

Quando os policiais chegaram, iniciaram uma varredura no trailer. À primeira vista, o trailer parecia estar realmente abandonado. Os únicos móveis eram uma cadeira dobrável enferrujada, um sofá florido manchado, que exalava um forte cheiro de bolor, e uma surpreendentemente nova mesinha de varanda. Não parecia haver algo muito suspeito dentro do trailer. Porém, o mesmo não valia para o pequeno esconderijo abaixo dele.

Debaixo de uma fina camada de terra, uma mala foi retirada do chão abaixo do velho trailer. Dentro da mala, os policiais encontraram 14 fitas VHS sem identificação. O conteúdo das fitas parecia ser exatamente o mesmo, porém, mostrando pessoas diferentes.

As fitas começavam do mesmo jeito, uma tela preta desbotando-se para mostrar uma criança amarrada na mesma cadeira de metal que tinham encontrado no trailer. Todas as crianças nas fitas mostravam a mesma expressão de terror enquanto a câmera passava a focar seus rostos, com olhos vermelhos e fundos. Apesar da fita tampando suas bocas, seus soluços ainda podiam ser ouvidos.

Após alguns segundo de vídeo, a criança arregalava os olhos e começava a chorar de modo mais desesperador. Nesse momento, a sombra do cameraman tornava-se visível, e era possível perceber que ele segurava um pequeno animal. Julgando pelo formato da sombra e os guinchos, o animal aparentava ser um coelho.

O câmera segurava o animal acima de sua cabeça por alguns minutos, antes de começar a sacudi-lo violentamente e joga-lo no chão com tanta força que o animal soltava um terrível grito. Você até conseguia ouvir os ossos do animal se chocando contra o chão. Como você pode imaginar, isso apenas fazia a criança chorar e gritar mais, porém, os sons eram abafados.

Enquanto a criança continuava gritando, o câmera pegava o coelho que ainda estava vivo e começava a sacudi-lo e joga-lo para cima; dava para perceber uma grande quantidade de sangue saindo do coelho e se espalhando pelo local. Enquanto fazia isso, o câmera falava, “O que houve [nome da criança]? Pensei que gostava de animais?”

A criança não respondia, ela apenas soluçava. Então o câmera falava com um perceptível tom cínico, “Oww... olha só. Você ainda pode brincar com esse coelhinho depois que eu acabar de brincar com ele, certo?

Após falar isso, o homem pegava uma grande faca de caça, e de forma brutal, cortava o coelho ao meio. Os guinchos do pequeno animal pareciam causar diferentes reações nas crianças. Em alguns vídeos, as crianças pareciam desmaiar com a terrível cena, outras apenas se sacudiam e gritavam. Em um dos vídeos, uma garotinha bem pequena parecia ter vomitado, e como a boca estava tampada com uma fita, o vômito acabou saindo pelo nariz, o que a fez gritar de agonia, então ela começava a ficar mole, enquanto os olhos rolavam para cima. O vídeo acabou mais cedo nesse caso.

Para as crianças que não desmaiavam, o câmera jogava a faca no chão e começava a girar o coelho acima da cabeça, como se fosse as hélices de um helicóptero. Sangue e tripas se espalhava para todos os lados, inclusiva na própria criança aterrorizada. No fim, os vídeos conseguem ficar ainda mais estranhos. Enquanto as crianças continuam a chorar, elas passam, de repente, a olhar para a esquerda e arregalam os olhos enquanto o câmera fala, “Veja, [nome da criança]! Ele quer falar com você!” Após essa fala, o vídeo é cortado abruptamente.

O final dos vídeos eram sempre os mesmos. A imagem de uma cruz vermelha aparecia ao fundo, enquanto as palavras “OBRIGADO POR VISITAR [nome da criança]!!!” surgiam em letras brancas, seguidas pela frase “JESUS TE AMA”.

Após esse caso, a cidade de Roebuck ganhou um certo nível de infâmia no estado do Alabama. Embora o caso tenha sido aberto em 1998, nenhuma outra evidência foi encontrada na área. As crianças nos vídeos não foram identificadas, e o velho trailer foi desmontado e retirado do local, que atualmente serve como um playground para as crianças da área.

Se você decidir visitar o local, aposto que ficará surpreso com o número de coelhos selvagens que ocupam a área. O estranho, é que os coelhos adoram brincar com as crianças que vão ao local, e alguns coelhos até tentam seguir as crianças até suas casas.



Via: Creepypasta Brazil


Luta Sem Fim

O homem estava deitado, apesar do calor. Sobre ele, mais grades de madeira e um colchão. Estava cansado, mas era inútil.
Moveu a mão para o fino raio de luz avermelhada. O sangue começara a secar, formando finas cascas sobre sua pele. O sangue que podia não ser seu.
La fora clarões se formavam em meio a chuva, motivo daquela queda de luz. Infelizmente, não era a melhor hora para se ficar no escuro.
Saindo do quarto, depois do corredor, a porta do banheiro estava trancada. Como se uma porta de madeira impedisse o mal de sair.
Começara quando percebeu que guardar livros antigos, herança de família, era perda de tempo e espaço. Amontoou-os no quintal e fez uma pequena fogueira. Era fim de tarde, então ficou no quintal por um tempo admirando as nuvens.
Bonito como formavam tantas imagens, um contraste das nuvens claras e escuras anunciando uma tempestade.
O sol já se punha quando ele voltou pra dentro de casa. Levou a mão ao interruptor, mas as luzes se piscaram e não acenderam.
As gavetas não escondiam velas guardadas para este momento. Encontrou somente uma velha lamparina e combustível da despensa, como que esperando por ele. A luz vermelha se espalhou pela sala, mas era pouco.
Os pensamentos vagavam em direção a chama, o mundo perdera a importância, até o momento em que um som abafado vindo do banheiro o despertou.
Duas batidas que logo se cessaram. Acompanhado da fraca luz avermelhada, ele caminhou até o fim do corredor, encontrando a porta do banheiro entreaberta. A luz invadiu o cômodo, revelando-o aparentemente vazio.
O medo estava no ar. O espelho grande na parede lhe dava a sensação de que algo o atacaria a qualquer momento. E estava certo. Pronto para lhe levar desse mundo, ansiando por sangue e a poucos centímetros de distância, a criatura o espreitava.
O homem suspirou. Certamente se enganara e agora poderia voltar pra sala e esperar o retorno da luz. De repente, um barulho forte o assustou. A chuva começara de uma vez, dando um clima ainda pior para aquela noite.
Estava pronto para sair do banheiro quando algo chamou sua atenção. Além da chuva no telhado, havia outro som ali. Algo se arranhando. Como se num chamado, seu olhar se volta para o espelho, fracamente iluminado. Nenhum rosto além do seu refletido ali, mas duas palavras estavam escritas no vidro: FALTA POUCO.
O homem relutou diante do medo, ou apenas ficou sem reação. Mas levou a mão no espelho e, para seu desespero, constatou que as marcas foram feitas pelo lado de dentro.
Desespero. Droga! Havia alguma coisa ali e tudo o que o homem queria era correr pra rua, para algum lugar seguro, onde houvesse luz. Mas quando se virou, era tarde demais. A porta se fechou antes que pudesse sair.
Um arrepio percorreu seu corpo, a fraca luz da lamparina se apagou, mas não houve tempo de questionar, a luz do banheiro se acendeu. Agora aquele lugar parecia seguro. Nada escondido nos cantos ou no teto. Mas tudo no espelho a sua frente.
Seus olhos se prenderam. O que quer que viesse por trás agora não importava mais. Sua vida estava presa naquele par de olhos escurecidos que o encarava através do espelho. A criatura sorriu, fim de jogo.
O homem encarava aquele rosto, cada vez mais familiar, cada vez parecendo estar mais próximo. Tão próximo como a mão que já saíra do vidro e agarrava seu braço com força. O homem caiu em si quando se sentiu arrastado para o dentro do espelho.
Ele lutou. Gritou a plenos pulmões enquanto chutava a parede ansiando para se libertar. As unhas escuras da criatura rasgavam sua pele, determinadas a não deixa-lo escapar.
O medo impedia aquele homem de lutar com todas as forças, mas quando sentiu seus dedos queimando ao atravessar o espelho, ele caiu em si. Com um grito e usando a mão ainda livre, deu um soco no vidro, quebrando-o.
Ele não sentiu medo quando a luz se apagou de novo. Saiu depressa do banheiro, trancando a porta atrás de si, levando a lamparina. Foi para o quarto e se deitou no velho beliche, ignorando os cortes.
O homem se sentia confiante, acreditava ter derrotado para sempre o inimigo. Mas seu reflexo estaria sempre ali, determinado a ocupar o seu lugar nesse mundo...

Enviado por: Macky

As Fotos

Uma jovem garota estava andando para casa quando achou uma pilha de fotos Polaroid paradas na calçada. Tinha 20 no total, presas com um elástico. Ela pegou as fotos, e ficou olhando elas. A primeira foto era um homem branco em um fundo negro, parado longe demais para ela ver suas feições.
A garota passou para a segunda foto e olhou para ela. Era o mesmo homem no mesmo fundo, mas tinha se aproximado um pouco.
Ela passou para a as outras fotos rapidamente, mas todas eram o mesmo homem no mesmo fundo, ficando cada vez mais perto.
Virando a rua para sua casa, a garota notou que o homem parecia estar olhando para ela enquanto ela virava as fotos. Estava assustando ela, mas ela continuou virando.
Pela décima nona foto, a face do homem estava tão perto que sua face enchia toda a foto. Era a expressão mais assustadora que a garota já viu. Andando pela rua, ela virou para a última foto.
Dessa vez, estava escrito "Perto demais."
Ouvindo um grito fora de sua casa, o irmão da garota correu para a porta e a abriu. No chão, estava uma pilha de fotos Polaroid com o que parecia uma versão extremamente pálida de sua irmã, mas estava muito longe para ele ter certeza.



Via: Creepypasta Brasil Wikia


O Suicidio (ou Assassinato) Mais Bizarro do Mundo

No jantar anual da Associação Americana de Ciências Forenses, o Presidente Don Harper Mills contou aos presentes a história do suicídio mais bizarro do mundo. Em 23 de março um médico examinou e concluiu que Ronald Opus morreu com um tiro de espingarda na cabeça. Mas começando as investigações, foi descoberto que Ronald tinha saltado do 10º andar de um prédio com a intenção de se suicidar, inclusive deixou um bilhete confirmando o suicídio. Acontece que ao passar pelo 9º andar caindo ele levou um tiro de espingarda que veio da janela matando ele instantaneamente. Mais interessante ainda é que nem o suicida nem o atirador sabiam que no 8º andar estava com uma rede de proteção para alguns limpadores que estavam limpando janelas naquele prédio, logo Ronald não iria conseguir se matar pulando da janela.A conclusão do médico no final é que Ronald então foi assassinado, já que não iria morrer por suicídio.
Agora chegamos ao 9º andar, de onde veio o tiro da espingarda. Lá morava um homem idoso e sua esposa. Eles viviam brigando e o homem ameaçava sua esposa com a espingarda. Naquele dia ele estava tão irritado que chegou a puxar o gatilho da arma, e por desorientação não acertou sua esposa, acertou a janela e naquele exato momento matou Ronald Opus. O idoso não acertou sua esposa, mas por matar outra pessoa logo é considerado culpado por assassinato.O idoso jura que sua arma nunca estava carrega, ele era apenas um homem velho que ameaçava sua esposa com uma arma velha e descarregada, nunca teve intenção de matá-la. No final tudo foi considerado um grande acidente. E ficou um mistério como aquela arma tinha sido carregada. A polícia se aprofundou nas investigações, e uma testemunha anônima confessou que viu o filho do idoso carregando a espingarda semanas antes do acidente. Logo descobriram que a idosa tinha cortado um apoio financeiro que ela dava ao filho, e esse irritado, sabia que seu pai usava a arma sempre pra ameaçar ela, foi lá e carregou a arma. O que tornaria ele o assassino desse caso todo. A conclusão final é que o filho da idosa entrou em grande depressão, fracassado, sem dinheiro e decepcionado com sua falha tentativa de matar a mãe, decidiu cometer suicídio. Em 23 de março ele pulou do 10º andar de um edifício, mas acabou morto por um tiro de espingarda quando passou pelo 9º andar... O nome do filho: Ronald Opus.



Via: Creepypasta Wiki


 
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